Conheça a idealizadora do Be Okay


Quem é Carol Ornellas?
Meu nome é Carol Ornellas, sou terapeuta e trabalho com saúde mental, cuidado emocional e processos de autoconhecimento.
Sou formada em Relações Públicas, com especialização em Gestão de Projetos, e atuo como terapeuta e psicanalista.
Mas, mais do que os títulos, o que sustenta o meu trabalho é o encontro com o humano.
O Be Okay nasce justamente desse lugar: da vontade de integrar tudo o que vivi, aprendi e senti ao longo da minha trajetória em um caminho de cuidado emocional mais possível, mais gentil e mais verdadeiro.
Minha formação e experiência sempre estiveram conectadas ao desenvolvimento humano, à escuta e ao cuidado emocional. Ao longo dos anos, acompanhei pessoas em diferentes momentos de vida: crises silenciosas, fases de transição, sobrecargas profundas e reencontros delicados consigo mesmas.
E, em muitos desses encontros, algo se repetia de forma muito presente:
o cansaço de tentar dar conta de tudo sozinha.
Um cansaço que não era só físico, mas emocional.
Um peso de sustentar tudo sem espaço para pausa, sem acolhimento, sem respiro.
Foi a partir dessa escuta que algo em mim também se moveu.
Comecei a questionar se o cuidado emocional precisava ser tão duro, tão exigente, tão distante da vida real. E foi nesse processo que nasceu o desejo de construir um caminho diferente.
Mais humano.
Mais possível.
Mais gentil.
O qué o Be Okay?
O Be Okay é um protocolo terapêutico em grupo, criado para apoiar pessoas que sentem que precisam desacelerar, se reconectar consigo mesmas e cuidar da saúde emocional de forma mais leve e consciente.
Os encontros acontecem em grupos pequenos e fechados, favorecendo vínculo, segurança e profundidade, sempre respeitando o tempo e o processo de cada participante.
Aqui, o cuidado não é apressado. Ele é humano.




Para quem é?
O Be Okay é para você que:
Sente cansaço emocional ou sobrecarga mental
Quer cuidar da saúde mental sem pressão por “dar conta”
Busca autoconhecimento e equilíbrio emocional
Deseja um espaço de escuta, acolhimento e troca
Prefere um processo terapêutico guiado, mas gentil
Não é necessário ter experiência prévia com terapia em grupo. Os encontros acontecem em grupos pequenos e fechados, favorecendo vínculo, segurança e profundidade, sempre respeitando o tempo e o processo de cada participante.
Aqui, o cuidado não é apressado. Ele é humano.
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